sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Celular como ferramenta artística e pedagógica

Proposta de utilização do celular para produção de microcinema, como uma extensão de nossos olhos, o celular pode ser um meio atual para produção de materiais artístico- pedagógicos.
Video produzido sobre a temática "pé". Aqui os pés que sempre estão por baixo, pisados, estão fora de seu cotidiano, nem sempre sós, sempre um como o outro. Fora de seu contexto os pés causam certo estranhamento em um video. O video deve ser disponibilizado a toda turma em sala de aula, através de dispositivos de bluetooth e infra-vermelho.

video

“Desenho Animado Infantil e o Processo Educativo" de Silvana Maria Carvalho Boselli

No texto de Silvana Maria Carvalho Boselli, a autora analisa o presente contexto das mídias, principalmente da televisão, focando em uma perspectiva educacional, acerca do desenvolvimento congnitivo da criança nas relações que os desenhos animados podem influenciar os conteúdos curriculares do ensino regular.
Em seu texto levanta uma série de reflexões sobre como o desenho animado influencia o desenvolvimento do conhecimento das crianças. Questões do imaginário, no seu universo simbólico e nas relações da realidade enquanto processo de contrução e recontrução do que a criança vê, de como ela se apropria e vivência o que vê.
O estudo de Boselli, enfatiza a importancia de analisar muito bem como esta pratica será levada. Uma vez que o desenho principalmente através da televisão, por onde é bombardeado por diversos tipos deste, trazendo muitas vezes um apropriamento do que se aprende de maneira confusa ou errônea.
É importante que a aula nao seja realizada de forma a gerar o pensamento de aula "tapa buraco". Por isso, a aula deve ser uma ferramenta para a relação ensino-aprendizagem, tornando-a mais dinâmica e contextualizada, pra isso é necessário um bom planejamento para que nao se torne um retrocesso nessa relação.

Referência:
Desenho Animado Infantil - Um Caminho da Educação a Distância
BOSELLI, Silvana Maria Carvalho.
Florianópolis, SC - 2002
Páginas do texto abordado para leitura e reflexão: 46-55

“Da Mídia-Educação aos Olhos das Crianças: Pistas para Pensar o Cinema em Contextos Formativos“ de Mônica Fantin

Atualmente, a tecnologia favorece muito a educação, atentos aos conteúdos e como essa “ferramenta tecnológica” pode e deve ser aplicada na escola, o texto “DA MIDIA – EDUCAÇÃO AOS OLHOS DAS CRIANÇAS: PISTAS PARA PENSAR O CINEMA EM CONTEXTOS FORMATIVOS “ de Mônica Fantin, afirma que o cinema nos proporciona possibilidades de trabalhar imagem, som, movimento e narrativa. Neste trabalho é preciso ser trabalhado visando sempre o aspecto socioeconomico de cada criança.
Visto que hoje, quase todas escolas da rede publica tem uma sala de informática, é possível trabalhar esta linguagem de diversar maneiras. Como o texto explica, esta linguagem é facilmente aceita pelas crianças, por buscarem uma fantasia natural a temática infantil. Assim o educador pode usar isso como ferramenta cultural trabalhando como objeto socioeconomico, aprendizagem, fruição e analise.

Referência:
DA MIDIA – EDUCAÇÃO AOS OLHOS DAS CRIANÇAS:
PISTAS PARA PENSAR O CINEMA EM CONTEXTOS FORMATIVOS
FANTIN, Mônica - UFSC

Propostas de utilização do blog como recurso pedagógico nas aulas de artes.

Utilização do blog acerca dos conteúdos sobre arte, sobretudo das atividades realizadas durante o 2º semestre de 2009 na disciplina Multimídia em Educação. A proposta é criar um portfolio online, que reúna diversos arquivos digitais e que relacionem os conteúdos curriculares em artes e possibilidades de mediação de conhecimento e produção através de instrumentos e ferramentas tecnológicas.


quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Aproximação Arte e Vida: utilização do celular como recurso


Aproximação Arte e Vida: utilização do celular como recurso









Pesquisa teórica

A proposta é escolher um período, movimento ou estilo dentro da historia da arte, realizar uma pesquisa teórica, e outra em nosso cotidiano, onde este estara inserido em nossas vidas, através de fotografias feitas com o celular.

Pesquisa:
Grafite
A palavra grafite vem do italiano “graffiti” que é o plural de graffito. Graffito significa em latim e italiano “escritas feitas com carvão”. Grafite também deriva de “graphéin”, que em grego significa escrever, grafite é o nome que se da ao material de carbono que compõe o lápis.
Analisando em termos mais genéricos, as pinturas rupestres da época dos homens nas cavernas também podem ser consideradas uma forma pré-histórica de Grafite. Os estudos que procuram uma referência histórica para o grafite moderno, apontam seu início no histórico maio de 1968, nos muros de Paris.
Segundo o estudo de Célia Maria Antonacci Ramos, o grafite é o mais antigo registro gráfico do homem. Historiadores registram seu retorno em templos na Grécia e em Pompéia. Em nossa contemporaneidade, estudos apontam Paris, em maio de 68, derivado da opressão política que resultou em rebeliões de rua. Com foco predominante na escrita, tratando não somente de questões políticas, mas agregando também o humor e mensagens de amor.
Este movimento foi importante para o descobrimento desta possibilidade de registrar mensagens de maneira anônima e gratuita. Pouco tempo depois dos registros em Paris, este novo estilo surgia em Nova Iorque, mas não tinha cunho político ou pornográfico, eram apenas nomes, ou pseudônimos. Alguns artistas chegaram a adentrar o ambiente de galerias e museus, outros através de trens de metro, caminhões e ônibus pegavam carona e assim se espalharam por outras capitais como São Paulo, através de frase de manifetação política, poemas, depois partindo para imagens inicialmente através de estêncil com influencia dos quadrinhos de Alex Raymond, da pop arte como Lichtenstein e o dadaísta Duchamp.
O livro de Celso Gitahy “O que é grafite” apresenta o percurso histórico do grafite no Brasil. O autor aproxima o grafite da imagem a pichação a escrita. E sinaliza a entrada ao Hip Hop, chamando o grafite de “estilo americano”, estilo que influenciou artistas contemporâneos do estilo como OSGEMEOS e outros.
Hoje teses de pós graduação, entre outros textos academicos buscam um conhecimento maior acerca deste tipo de manisfestação artistica, a exemplo a tese de DANIELLA ROSITO MICHELENA MUNHOZ “GRAFFITI: UMA ETNOGRAFIA DOS ATORES DA ESCRITA URBANA DE CURITIBA”


link referencial: http://www.antropologiasocial.ufpr.br/teses/Daniella%20MunhozGrafitti%20uma%20etnografia%20dos%20atores%20da%20escrita%20urbana%20de%20Curi.pdf